Vivemos num tempo que nos impele a correr, mas raramente nos ensina a parar.
A cumprir objetivos, a responder a exigências, a produzir resultados.
O Dia Mundial da População é uma oportunidade para refletir sobre a riqueza e a diversidade da nossa família humana.
Celebrar o Dia Mundial do Refugiado é sintonizar o coração com o drama silencioso de milhões de irmãos e irmãs que foram forçados a deixar as suas terras, as suas casas e os seus afetos.
Comecemos com um desafio. Estão prontos?
Pensemos na nossa história de vida, única.
Pensemos nas experiências precoces que tivemos. Nas nossas pessoas.
Num relativismo moral crescente somos muitas vezes levados a pensar que todas as opiniões são respeitáveis. Permitam-me discordar!
A canção de Maria Guinot ecoa hoje como uma metáfora dolorosamente atual para a realidade das comunidades ciganas em Portugal.
Apenas paz e bem.
Frágil é Vida
e mais frágil que a Vida só nós
enquanto somos Vida
Almada Negreiros, “A Torre de Marfim Não É de Cristal”
“Onde estás?”
“Onde está o teu irmão?”
Que lugar ocupa hoje a ética do Bem Comum?





















